terça-feira, 13 de dezembro de 2011

De novo.

Tiago, meu amor:
sozinha em casa, no verão, ouço o seu CD e me dá uma saudade irracional de você.
Que foi tão bom para mim nesse um ano de uma vida inteira turbulenta. Nenhuma alegria. Perdi o ar, perdi o brilho, talvez tenha perdido também a vida. Choro quase o tempo todo.
Você foi lindo comigo, continua sendo. E a felicidade, cadê? Onde será que isso começa?
Procuro o fio, há só a meada.
Te beijo quente e longe.
Quais eram nossas esperanças? Que elas se mantenham firmes, assim como meu amor se manterá. Pra sempre.

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