A gente se entendia pelo olhar. Pegou em minhas mãos e as únicas palavras que saíram de sua boca foram: "que saudades de você." E eu sorri e te abracei como se o mundo tivesse acabado faz tempo e nós só tivéssemos isso para fazer. Abraçar. Morar um no outro.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A coisa mais bonitinha do mundo!
Quando você vier haverá o encontro da sua busca com a minha espera. O seu abraço será a moldura do meu corpo, e a minha boca o pretexto para o seu mais demorado beijo. E a gente vai brincar de se desmaterializar dentro da música, de desatar auroras.
E eu vou inventar uma madrugada eterna pra quando você tiver que ir embora no dia seguinte, e você vai inventar um domingo que vai durar pra sempre porque tenho preguiça das segundas-feiras.
E a gente vai rir dessa maldade da demora do tempo pra fazer essa brincadeira de desencontro: quase nos deixou descrentes...
A gente vai rir dessa maldade porque o nosso amor é a coisa mais bonitinha do mundo!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Pro meu amor, maior que tudo!
Meu maior presente estava ali. Não entre luzes, holofotes, vitrines cheias de brilhos e frufrus. Meu maior presente estava ali, separado de mim, por uma questão de muros e de estação, um parêntesis entre um coração e outro.
Meu maior presente chegou há pouco mais de um ano, como quem não quer nada e me fez ver o mundo de um jeito mágico. Me fez ter sonhos fritos em açúcar e canela e manteiga. Me fez voltar as pazes com o passado e sair mais leve das situações.
Meu maior presente não chegou em um domingo, como eu sempre esperei, nem em alguma data especial. Ele me caiu bem no meio da semana, ouvindo um rock antigo e me fazendo rir com seu jeito atrapalhado. Chegou de mansinho, mandou meus medos pra escanteio e me falou em futebol, cinema, culinária, música e amor, muito amor. Amor de vários tipos, amor pra todos os gostos, em vários cardápios, servido de sobremesa.
Ele insistiu tanto pra ficar, que eu deixei e ele foi ficando, ficando e tomou um espaço enorme, na casa e no coração. Foi me revestindo de coragens, me embriagando de carinhos, costurando meus sonhos junto ao seu travesseiro.
Me falou de casa, criança, jardim, amigos na sala de estar. Eu, no começo, aterrorizada, com mais medos que acreditanças, parei pra ouvir. E achava graça quando ele falava que era pra sempre e que cuidaria de mim. Depois comecei a achar bonitas as ideias daquele moço que apareceu pra me fazer feliz.
Ele veio pra me provar que tudo é possível, numa época vazia. Numa época em que tão desgastado estava meu coração. Hoje, quero doses cotidianas desse homem que me fez mais leve e mais cheia de humor.
Que ele me brinde com amores e vinhos e me deseje sem máscaras, rímel, batom ou plástica, assim: mulher sonhadora que sou.
sábado, 31 de dezembro de 2011
E por falar em saudade...
Gostaria que você lesse isso hoje.
Meu coração tá partido em cacos, minha cabeça não descansa e eu tenho que fazer a maior força possível pra não chorar o tempo todo.
Eu sinto saudade suas constantemente, eu te queria comigo sempre. Mas e você? Você tá disposto? Eu preciso ter essa certeza, eu preciso ver que você se sacrifica tanto quanto eu.
Lembra quando eu disse que você me enganaria fácil, que eu dificilmente ficaria sabendo? Era disso que eu tava falando.
Por favor, pensa. Re-pensa! Reflete se eu sou oque você quer, se você tá disposto a arcar com os ônus da nossa relação. E eu tô falando de sacrifício mesmo, de abrir mão de prazeres. Eu tô, dispostíssima. A recomeçar, a te olhar como uma folha em branco (como você mesmo diz), e começar a passar a limpo nossa história, sem rasuras dessa vez. Pensa, reflete.
Eu te amo, com mais força do que eu imaginei.
E tô disposta. Mas não sozinha...
Feliz ano novo.
"All my thoughs are with you forever
Until the day we'll be back together
I will be waiting for you"
Meu coração tá partido em cacos, minha cabeça não descansa e eu tenho que fazer a maior força possível pra não chorar o tempo todo.
Eu sinto saudade suas constantemente, eu te queria comigo sempre. Mas e você? Você tá disposto? Eu preciso ter essa certeza, eu preciso ver que você se sacrifica tanto quanto eu.
Lembra quando eu disse que você me enganaria fácil, que eu dificilmente ficaria sabendo? Era disso que eu tava falando.
Por favor, pensa. Re-pensa! Reflete se eu sou oque você quer, se você tá disposto a arcar com os ônus da nossa relação. E eu tô falando de sacrifício mesmo, de abrir mão de prazeres. Eu tô, dispostíssima. A recomeçar, a te olhar como uma folha em branco (como você mesmo diz), e começar a passar a limpo nossa história, sem rasuras dessa vez. Pensa, reflete.
Eu te amo, com mais força do que eu imaginei.
E tô disposta. Mas não sozinha...
Feliz ano novo.
"All my thoughs are with you forever
Until the day we'll be back together
I will be waiting for you"
Meu início, meio e fim.
Se tiver que partir, solte as amarras e parta.
Mas só olhe pra trás quando tiver certeza que há distância entre nós.
(...)
Se tiver que voltar, não esqueça o caminho de casa.
Se tiver que voltar, não esqueça o caminho de casa e volte!
E a gente ainda vai se reencontrar.
Mas só olhe pra trás quando tiver certeza que há distância entre nós.
(...)
Se tiver que voltar, não esqueça o caminho de casa.
Se tiver que voltar, não esqueça o caminho de casa e volte!
E a gente ainda vai se reencontrar.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Gigante, vazio!
Eles se amam, todo mundo sabe mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossível. Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele quer ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que as outras pessoas, que os outros vícios. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz!
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Dói
Tenho dormido de menos, às vezes demais. A vontade de fumar voltou forte, e talvez penso até mesmo em me permitir tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Pouco depois de acordar, olho à minha volta a paisagem de todo dia, sinto atravessada, não sei se na garganta ou no peito ou na mente - não importa - essa coisa, chamo com cuidado, de “uma ausência”. E há momentos em que esse osso duro se transforma numa espécie de coroa de arame farpado sobre minha cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no meu coração. Atravesso o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminho devagar pela casa, abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.
Conto nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, penso com alívio. E morbidamente enumero todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram meus ombros e os dos meus amigos. São tantas que desisto de contar. Então finjo - aplicadamente - acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saiba que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, penso com inveja na lagartixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os meus olhos já não acham graça.
Tão longe ficou que sinto uma vontade absurda de tomar atitudes como tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de mim e corra a me socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à minha volta e limpando o suor frio de minha testa.
Já não é tempo de desesperos. Refreio quase segura as vontades impossíveis. E tenho medo.
Conto nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, penso com alívio. E morbidamente enumero todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram meus ombros e os dos meus amigos. São tantas que desisto de contar. Então finjo - aplicadamente - acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saiba que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, penso com inveja na lagartixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os meus olhos já não acham graça.
Tão longe ficou que sinto uma vontade absurda de tomar atitudes como tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de mim e corra a me socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à minha volta e limpando o suor frio de minha testa.
Já não é tempo de desesperos. Refreio quase segura as vontades impossíveis. E tenho medo.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Mas é
Se não fosse amor, não haveria planos, nem vontades, nem ciúmes, nem coração magoado. Se não fosse amor, não haveria desejo, nem o medo da solidão. Se não fosse amor não haveria saudade, nem o meu pensamento o tempo todo em você. Se não fosse amor eu já teria desistido de nós.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Não solta...nunca
"Acabou pensando nele como jamais imaginara que se pudesse pensar em alguém, pressentindo-o onde não estava, desejando-o onde não podia estar, acordando de súbito com a sensação física de que ele a contemplava na escuridão enquanto ela dormia."
O nosso!
"Tomei consciência de que a força invencível que impulsionou o mundo não são os amores felizes mas os contrariados."
Gabriel Garcia Marquez
Te amo tanto, tanto, tanto, mas tanto!
Gabriel Garcia Marquez
Te amo tanto, tanto, tanto, mas tanto!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Você vai comigo em todos os lugares...
Você segura na minha mão na hora de atravessar a rua, você me olha triste quando eu olho para o celular pela milésima vez, você sente orgulho de mim quando eu solto uma gargalhada. Eu vejo você o tempo todo.
Sua ausência é uma doença
Eu sinto náuseas, febres, dores musculares. Eu acordo assustada no meio da noite. Eu choro à toa.
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